terça-feira, 16 de outubro de 2012

Atualidade no mundo literário poético

Palavras do Autor
Atualidade no mundo literário poético: as dificuldades que novo(s) poeta(s) enfrenta(m)

A poesia e o poeta de hoje, de ontem e ...


Se falarmos da poesia e do poeta de ontem, não é como dizer da poesia e do poeta de hoje, existe então, um abismo infindo que não nos compete medir porque a realidade de hoje e os sonhos para o futuro estão aprisionados na alma do poeta atual.
O lirismo está perdido ou contido, ou até mesmo retraído na alma do poeta. O amor, a compaixão e a compreensão, não mais importam. O ser humano está se transformando, está se tornando mais o "ser" e aí a alma poética morre.
O que dizer então do poeta? O que fazer pela poesia? O retrato da arte poética pode exprimir-se no lirismo e enraizar-se com o passar do tempo? A poesia tem que ser sempre a mesma? Os poetas tem que inspirar-se na "própria filosofia" e ler o interior e o exterior do universo humano. O universo arrebatador da alma humana. A poesia morreu ou a alma poética caducou? Não. O que reprime o poeta é a "inconstância da ganância editorial" que esconde na mais profunda escuridão a alma poética que reluta nos tempos modernos.

O que mudou na poesia de tempos e tempos não foi a poesia. O que mudou foi a visão das pessoas em relação à ela. Porque deste modo, o mercado literário estende as mãos e segura com aperto os mesmos ideais e lá vamos nós, leitores, forçosamente aceitar o que está a oferecer. A biografia do autor vem em primeiro plano (sem esquecer de mencionar se já ganhou algum prêmio literário) , segundo a sua obra dedicada e em terceiro a própria pessoa e PS: adiciona-me no tal do Linkedln, a rede social de negócios. E é só isso. Se o sujeito retratado nas descrições lhe interessar, o mercado literário abre as portas do sucesso e seus afins.